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J. Cruz *

Quando chega o período de final de ano se fala muito em Papai Noel, tornando-se a “coqueluche” do momento. Mas segundo uma lenda, a história de Papai Noel é atribuída à figura de São Nicolau, que nasceu por volta do ano de 350 d.C., e ficou famoso por sua generosidade com as crianças. Acreditava-se que na véspera do dia de sua festa, 06 de dezembro, ele trazia presentes para os pequeninos. Já a imagem de um senhor gordo, tipo bonachão e vestido de vermelho é tipicamente norte-americano. Segundo a enciclopédia Delta, em 1822, o pastor Clement Moore descreveu pela primeira vez o traje de peles e o trenó puxado por renas. No século XIX, o cartunista Thomas Nast fez uma série de desenhos que estabeleceram definitivamente a imagem de Papai Noel. Aqui no Brasil, como se tem esse costume de imitar os norte-americanos, usa-se um Papai Noel com características de país frio, como dezembro é período de muito calor em nosso país, os imitadores do bom velhinho sofrem bastante com aquelas roupas um tanto ridículas.

É também neste período de final de ano que se comemora a vinda de Jesus de Nazaré, filho de Deus, que vem viver nesse mundo no meio da humanidade. Portanto, quando se fala em Natal deveria todos está com o pensamento voltado para a festa da Encarnação do Verbo Divino que popularmente é conhecida como o Natal. Diante disso, no Natal se comemora o nascimento de Jesus Cristo, o Salvador do mundo. Como se trata de aniversário, daí muita festa pelo nascimento de alguém que é o Senhor da História. O natal que tem sua origem em uma tradição pagã em que se comemorava o “nascimento do deus sol invencível", tornou-se uma comemoração cristã. A celebração do Natal de Jesus foi instituída oficialmente pelo Papa Libério, no ano 354 d.C. Segundo estudos, a data de 25 de dezembro não é a data real do nascimento de Jesus. A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam o solstício de inverno. Portanto, segundo certos eruditos, o dia 25 de dezembro foi adotado para que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao “deus sol invencível".

A origem do Natal ainda vai um pouco mais longe, pois, no mundo romano, a Saturnália, festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada de 17 a 22 de dezembro; era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa Mitra, conhecido como o Sol da Virtude. Assim, a Igreja primitiva em vez de proibir as festividades pagãs, forneceu-lhes simbolismos cristãos e uma nova linguagem cristã. As alusões dos padres da igreja ao simbolismo de Cristo como "o sol de justiça" (Malaquias 4,2) e a "luz do mundo" (João 8,12) expressam o sincretismo religioso, transformando as comemorações do Natal como uma importante festividade idêntica a Páscoa que existem períodos de preparações que antecedem as realizações das mesmas: Advento e Quaresma.

Podemos observar que o Natal que teve sua origem em comemorações pagãs e tornou-se cristã, atualmente está enveredando por caminhos que levam a sua origem: o paganismo. Pois, essa celebração que nos lembra de que o Natal é tempo de paz, amor entre os homens de boa vontade, esperança, nascimento, vida nova, que tem uma estrela que anuncia a chegada do Salvador, está se transformando em uma festa do consumismo que tem um gorducho ridículo conhecido como Papai Noel como principal símbolo do Natal. Atualmente quando se fala em Natal, na mente de certas pessoas vem a imagem do velho gorducho distribuindo presentes e esquecido os principais símbolo: presépio, luzes e estrêla. Finalmente Natal para todos aqueles que creem é um cialis generique presente de Deus Pai enviando seu Filho, o Salvador da humanidade e não a substituição do Menino Jesus por Papai Noel. 

* Cursilhista – GED de Estância.

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